Leia a entrevista – troca de escritório jurídico

8 02 2010

Veja o bate-papo que tivemos por email com In Hee Cho, a advogada que deixou o Machado Meyer e ingressou agora, também como sócia no Lobo & de Rizzo, e entenda quais foram as motivações para a mudança.

  Como surgiu a oportunidade para trocar de escritório?

  Na verdade, eu estava desde 1994 num escritório de grande porte, Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados,  tendo sido sendo os últimos 10 anos como sócia. E, nesta posição, participei de todo o processo de crescimento do escritório.  Em 2009,  decidi mudar e procurar nova experiência no mercado. Ponderando sobre os escritórios de advocacia no segmento em que eu atuo, de fusões e aquisições, e considerando o perfil de clientes com que sempre trabalhei, depois de avaliar alternativas, eu me interessei pelas características do Lobo & de Rizzo e tomei  a  iniciativa de fazer contato com um dos sócios que eu já conhecia há muito tempo. O escritório também manifestou interesse de imediato e resultou no meu ingresso. Houve uma identidade imediata em vários pontos que considero importantes nesta fase da minha carreira.

  Mudanças como esta já fazem parte do plano de carreira do advogado de hoje ou é algo que a surpreendeu?

Creio que ainda não é usual um sócio de escritório grande fazer um movimento “solo” como o que eu fiz. No meu caso, num primeiro momento avaliei, inclusive, que possivelmente o fato de eu estar numa posição de sócia nos últimos 10 anos no Machado, Meyer poderia ser um limitador. As oportunidades poderiam ser mais restritas em escritórios de advocacia. Por esta razão, achei necessário primeiro avaliar melhor o cenário do mercado, perspectivas e os escritórios que poderiam ser compatíveis com o que eu procurava. De qualquer forma, a minha satisfação foi ter podido manter as conversas imediatamente após o meu contato com o Lobo & de Rizzo e ter havido uma contrapartida dos sócios no mesmo nível de interesse.

Como avaliar a melhor alternativa em termos de escritório?

 Na minha avaliação, tudo depende do momento profissional do advogado. Como eu disse anteriormente, felizmente eu já vinha numa trajetória de carreira relativamente bem consolidada. Isso naturalmente fez com que eu me preocupasse com a manutenção de alguns valores éticos e profissionais que sempre tentei manter na minha atuação. Também preocupei-me em poder continuar trabalhando no mesmo segmento de atuação (fusões & aquisições, atendimento a investidores estrangeiros e clientes corporativos nacionais de um certo porte). Além disso, havia necessidade de participar de um escritório onde eu pudesse agregar valor – enfim, havia uma série de condições que eu precisava encontrar no novo escritório. Assim foi no meu caso. Esses aspectos seriam, a meu ver, bem diferentes se eu estivesse com menos tempo de carreira, se não fosse sócia de um escritório renomado por muito tempo, se tivesse o desejo de mudar de atuação, etc.


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